Bailarina com paralisia cerebral é selecionada para festival na Itália

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A jovem Bruna Prates, 17 anos, parece predestinada a quebrar barreiras. Não bastasse o feito de se tornar bailarina, a despeito dos limites impostos por uma paralisia cerebral, ela tem recebido convites para se apresentar em festivais em diversos países. O convite mais recente chegou na sexta-feira: um festival que será promovido pela Confederação Internacional de Dança (Ciad), em Roma e Milão, em junho.

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Quem nos conta a novidade é o coreógrafo, professor e partner de Bruna, Paulo Evandro Costa. Há cerca de dois anos, ele apostou na capacidade da adolescente que acabava de entrar no projeto cultural que ele desenvolve na Escola Estadual de Ensino Médio Plácido de Castro, em Rosário do Sul. Em questão de meses, a dupla já brilhava nos palcos do Estado. Em novembro, eles conquistaram o troféu de melhor duo na 14ª edição do Festival Internacional Dançando na Fronteira da Paz, de Santana do Livramento.

Com paralisia cerebral, adolescente supera limites e emociona plateias

No evento, que contou com a participação de bailarinos do Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai, eles ainda descolaram um convite para se apresentar no Festival de Dança de Montevidéu, em dezembro. Para viajar, a dupla fez uma campanha junto à comunidade rosariense. Mas agora, para chegar ao Velho Mundo, Bruna e Paulo vão precisar mais de ajuda. Para custear passagens, alimentação e hospedagem dos dançarinos – e de um acompanhante de Bruna, que precisa de ajuda para se locomover – serão necessários cerca de R$ 20 mil.

– Vários sonhos já realizamos. Já tínhamos colocado “a viola no saco” e esperávamos viver de lembranças. Mas, de repente, agora fomos instigados a atravessar o Oceano Atlântico para apresentar nossa arte na Europa. É fantástico, uma oportunidade única. Gostaria de sensibilizar alguma fundação, algum empresário que pudesse nos ajudar, porque por nós mesmos seria impossível – diz Paulo.

Quem quiser ajudar na campanha pode entrar em contato pelo telefone (55) 9686-0706.

Fonte:Diário de Santa Maria
Por: Tatiana Py Dutra

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